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Adaptação Baseada na Comunidade - Justiça Climática para o Parque Imperial em Barueri 
 

O Instituto está implementando, juntamente com o CEPAC - Associação para Proteção das Crianças e Adolescentes, um projeto no bairro Parque Imperial, na região metropolitana de São Paulo, utilizando a metodologia de Adaptação Baseada na Comunidade (ABC). Essa abordagem foi desenvolvida por instituições internacionais como o International Institute for Environment and Development (IIED), e tem como objetivo fortalecer a resiliência das comunidades locais frente aos impactos das mudanças climáticas, promovendo soluções lideradas pelos próprios moradores.

Parceria Local

Como primeiro passo, o Instituto Artesano mapeou organizações ativas na região para identificar possíveis parceiras no desenvolvimento do projeto. A organização CEPAC foi apontada, por meio de uma pesquisa comunitária, como a entidade mais representativa do Parque Imperial. Após contato, a CEPAC aceitou participar e se engajou no processo, que está sendo desenvolvido e financiado com apoio da IADES.

 

Etapas do Projeto no Parque Imperial

O projeto segue uma série de etapas estruturadas, descritas abaixo:

  1. Engajamento Comunitário e Sensibilização
    Diálogos iniciais com lideranças comunitárias e moradores começaram no dia 4 de abril, com foco em sensibilizar sobre os impactos das mudanças climáticas e a importância da adaptação liderada pela comunidade. Neste encontro, foi capacitado um grupo de educadores que se tornou o núcleo inicial do projeto, reunindo-se a cada 15 dias para acompanhar o cronograma e o andamento das ações.
    2. Encontro com Jovens do Projeto Protagonista
    Em 30 de abril, foi realizada a primeira atividade com jovens de 16 a 18 anos, participantes do Projeto Protagonista. Nesse encontro, os estudantes foram apresentados à metodologia da ABC e ao papel que terão na construção coletiva das ações.
    3. Diagnóstico Participativo de Vulnerabilidades
    Esta etapa consiste em envolver moradores e lideranças em um processo participativo para identificar as vulnerabilidades locais, os principais riscos e os pontos fortes da comunidade. Serão realizados mapeamentos dos recursos existentes, ameaças e áreas que requerem ação imediata.
    4. Capacitação e Troca de Saberes
    Ao longo dos próximos três meses, serão realizados cursos, oficinas e rodas de conversa voltados às necessidades locais, fortalecendo as capacidades da comunidade para planejar, executar e manter as ações de adaptação.
    5.Planejamento Participativo e Priorização de AçõesA comunidade será mobilizada para definir de forma conjunta quais ações serão priorizadas, garantindo representatividade, consenso e corresponsabilidade no plano de ação.
    6. Implementação das Ações de AdaptaçãoAs ações priorizadas serão colocadas em prática diretamente pela comunidade, com o suporte técnico necessário. O objetivo é valorizar o conhecimento local, fomentar parcerias e usar os recursos disponíveis de forma eficiente.
    7.Monitoramento, Avaliação e Aprendizado (MEL)
    Será criado um sistema de monitoramento liderado pela própria comunidade para acompanhar os avanços, registrar aprendizados e ajustar as ações ao longo do tempo, promovendo transparência e melhoria contínua.

     

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